1 de jul. de 2009

i r r e c u p e r á v e l



E nosso tempo, sem dúvida... prefere a imagem à coisa,
a cópia ao original, a representação à realidade, a aparência ao ser...
O que é sagrado para ele, não é mais do que a ilusão,
mas o que é profano, é a verdade. Ou seja, o sagrado cresce
a seus olhos à medida que decresce a verdade e que a ilusão aumenta,
de tal maneira que o cúmulo da ilusão é também para ele
o cúmulo do sagrado.


Feuerbach (Prefácio à 2a edição de A Essência do Cristianismo)
epígrafe do 1º capítulo de
A Sociedade do Espetáculo
de Guy Debord

ver: debord de longe (resposta a um jovem pesquisador),
Régis Debray, Acreditar, Ver, Fazer
, EDUSC, 2003: capítulo 8
(e clicar no vínculo " i r r e c u p e r á v e l" acima!)

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