
No final de uma conferência numa universidade americana, em 1963, onde Marcel Duchamp apresentava os seus trabalhos, alguem perguntou se o "sem sentido" que tinha utilisado nos suas obras era um verdadeiro "sem sentido". Depois de um momento de desespero, diz finalmente: « Sentido e sem sentido são dois aspectos da mesma coisa e o sem sentido tem direito de viver… »
Prefácio de Paul Matisse in Marcel Duchamp, Notas, Flammarion, Paris, 1999
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